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Segurança

Ransomware ainda está subindo em 2026 — e empresa de serviço já é alvo

111 ataques de ransomware divulgados em julho de 2026, 6,7% a mais que no ano anterior. Empresas de serviço já são o segundo setor mais atingido — não só hospital e banco.

14 de agosto de 2026|5 min de leitura

Ransomware ainda está subindo em 2026

O número que passou despercebido

O relatório The State of Ransomware 2026, da BlackFog, contou 111 ataques de ransomware divulgados publicamente só em julho de 2026 — 6,7% a mais que no mesmo mês do ano anterior, atingindo vítimas em 27 países. Não é uma tendência de queda. É um problema que continua crescendo, mês após mês.

A parte que costuma passar batido: hospital e banco não são mais os únicos alvos favoritos. Em julho, o setor de saúde liderou com 35% dos ataques, mas serviços apareceu logo atrás com 14% — à frente até de manufatura, com 11%. "Serviços" aqui inclui consultoria, contabilidade, agência, escritório de advocacia, clínica pequena — o tipo de empresa que muitas vezes acha que é "pequena demais para interessar" um criminoso.

Por que empresa pequena de serviço virou alvo

Criminoso de ransomware não escolhe vítima pelo tamanho — escolhe pela facilidade de entrar e pela chance de a empresa pagar rápido para voltar a funcionar. Empresa de serviço pequena costuma ter menos camada de proteção técnica que um banco, mas depende tanto quanto de sistema funcionando (agenda, prontuário, contrato, planilha financeira) para operar no dia a dia. Isso combina exatamente o que um atacante procura: porta mais fácil de abrir, motivo forte para pagar rápido.

Outro dado do mesmo relatório reforça o tamanho do problema: 47% dos ataques ainda ficam sem autoria identificada, o que mostra como é difícil rastrear quem está por trás — e como prevenção pesa mais que reagir depois do fato.

O que dá para fazer sem ter time de TI

Backup automático e testado — não só o backup existir, mas alguém já ter tentado restaurar ele pelo menos uma vez. Atualização de sistema operacional e programas em dia, porque boa parte dos ataques explora falha que já tem correção disponível há meses. Senha diferente em cada sistema importante, com autenticação em duas etapas ativada onde for possível. E um plano simples, escrito, de "o que fazemos se o sistema parar amanhã" — quem liga pra quem, onde está o backup, qual fornecedor de TI acionar.

Nenhum desses pontos exige comprar ferramenta cara. Exige rotina.

Onde a Diglion entra

A Diglion ajuda pequenas e médias empresas a fechar as brechas mais comuns — backup, atualização, acesso — antes que um ataque force essa conversa a acontecer sob pressão.

Fontes consultadas

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