Estratégia de TI
Reforma tributária: importar vai ficar mais caro com IBS e CBS
A reforma prevê alíquota padrão de cerca de 26,5% sobre compra internacional, incidindo também no mercado interno. A implementação é gradual até 2033, mas quem importa insumo já deve planejar.
16 de março de 2026|5 min de leitura
O que a reforma tributária prevê pra importação
A reforma tributária cria o IBS e a CBS — os novos tributos que substituem parte do sistema atual — e a tributação de compra internacional passa a integrar esse novo modelo a partir de 2026, com implementação gradual até 2033. A previsão é que produto vindo do exterior seja tributado pela mesma alíquota padrão aplicada ao mercado interno, estimada em cerca de 26,5%.
2026 marca o início da validação operacional desses tributos — não é a cobrança cheia ainda, mas é o ano em que o sistema começa a rodar de verdade.
Por que isso importa mesmo pra quem não vende produto importado
Empresa que importa matéria-prima, peça ou insumo pra fabricar o próprio produto sente esse efeito de forma indireta: o custo de produção sobe junto com o imposto de importação, mesmo que o produto final seja vendido só no mercado nacional. Ignorar esse componente na precificação de longo prazo é um erro comum — o efeito é gradual, mas cumulativo.
O que planejar com antecedência
Três pontos ajudam a se preparar sem pânico: mapear quanto do custo de produção da empresa hoje depende de insumo importado, pra entender a exposição real à mudança. Depois, acompanhar o calendário de implementação gradual junto com o contador, já que a alíquota cheia não chega de uma vez — há tempo pra ajustar fornecedor ou precificação. E avaliar, pra insumo com alternativa nacional viável, se a comparação de custo total já vale a pena migrar antes da alíquota subir mais.
Onde a Diglion entra
A Diglion ajuda pequenas empresas a mapear a exposição real da cadeia de suprimento à reforma tributária, com tempo pra planejar em vez de reagir depois que o custo já subiu.
Fontes consultadas
- FazComex, O que muda a partir de 2026 na importação com a Reforma Tributária, consultado em 2026-03-16.
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