Segurança
Seguro cibernético: vale a pena para empresa média?
Seguro cibernético pode reduzir impacto financeiro, mas não substitui controles mínimos, inventário, backup, resposta a incidente e gestão de fornecedor.
22 de julho de 2026|5 min de leitura
Seguro não corrige operação frágil
Seguro cibernético pode ajudar a cobrir custos de incidente, perícia, resposta, comunicação e interrupção. Mas apólice não substitui backup, MFA, gestão de patch, inventário e plano de resposta.
Antes de contratar, a empresa precisa saber o que a apólice cobre, o que exclui e quais controles são exigidos.
Underwriting virou auditoria indireta
Seguradoras olham maturidade de segurança. Quanto pior a base, maior a chance de prêmio caro, exclusões ou negativa. A contratação vira uma revisão prática do risco tecnológico.
O relatório da Munich Re sobre cyber insurance 2026 mostra um mercado atento a claims, vetores de ameaça e demanda crescente.
Veja fornecedores e continuidade
Ataques a terceiros, nuvem e cadeia de software também afetam empresa média. A apólice precisa conversar com contratos, SLAs e plano de continuidade.
O Gallagher 2026 Cyber Market Outlook aponta cloud outages, ataques à cadeia de suprimentos e IA como fatores relevantes para o mercado.
Onde a Diglion entra
A Diglion ajuda a preparar controles mínimos, mapear risco e alinhar seguro com operação. O objetivo é contratar melhor e depender menos da apólice.
Fontes consultadas
- Munich Re, Cyber insurance: Risks and trends 2026, consultado em 2026-07-22.
- Gallagher, 2026 Cyber Market Outlook, consultado em 2026-07-22.
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