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Estratégia de TI

A semana em que o Google mexeu no seu perfil, no botão de WhatsApp e na busca

Botão de WhatsApp no painel, regra nova pra promoções no perfil e fim da atualização de spam: o que mudou no Google em outubro e o que checar nesta semana.

13 de outubro de 2026|14 min de leitura

Google mexeu no seu perfil

Em menos de duas semanas, o Google mexeu em quatro lugares que afetam quem tem negócio local: o painel que aparece quando alguém pesquisa o nome da sua empresa, as regras do que você pode escrever no perfil, o ranking da busca e a conta de anúncios. Cada mudança é pequena. Juntas, dão trabalho.

A notícia boa é que quase nada exige correr. A ruim é que algumas dessas mudanças ainda estão pela metade, e nem tudo está confirmado pro Brasil. Este texto separa o que é fato do que é boato, e termina com uma lista de tarefas ordenada por esforço.

Se você ainda nem reivindicou seu perfil, comece pelo nosso texto anterior sobre o Perfil da Empresa no Google. Este aqui assume que o básico está feito.

O que mudou nas últimas duas semanas, em resumo

Foram cinco movimentos entre 24 de setembro e 13 de outubro de 2026. O Google passou a exibir um botão de WhatsApp no painel local da busca, reforçou a regra contra promoções dentro da ficha, encerrou uma atualização de spam, ligou promoções automáticas nos anúncios e liberou selos alimentares novos.

Aqui vai o quadro rápido, do mais relevante pra um negócio local comum ao mais restrito:

  • Botão de WhatsApp no painel local. Visto na busca em 7 de outubro. Disponibilidade no Brasil: não confirmada.
  • Regra sobre promoções e preços na ficha. Ofertas com prazo devem ir pros Posts. Sem data de aplicação divulgada.
  • Atualização de spam de setembro. Terminou em 8 de outubro, depois de 13 dias e 16 horas.
  • Promoções automáticas no Google Ads. Ligadas por padrão desde 12 de outubro, só pra quem anuncia. Alcance no Brasil: não confirmado.
  • Selos "sem glúten" e "sem lactose" pra pratos. Só pra restaurantes.

Antes de entrar em cada um, um aviso sobre as fontes.

De onde vêm essas informações, e o que isso muda?

Quase tudo aqui vem de imprensa especializada em SEO dos Estados Unidos, em inglês, como o Search Engine Roundtable, o Search Engine Journal e o PPC Land. Não existe, até esta data, nenhum número brasileiro sobre essas mudanças. Cada vez que um ponto não estiver confirmado pro Brasil, vamos dizer isso com todas as letras.

Isso importa porque o Google costuma testar coisas em alguns países e em parte das contas antes de liberar pra todo mundo. Uma notícia americana é um sinal de direção, não uma garantia de que o recurso já chegou na sua tela.

Outra coisa: parte do que foi noticiado vem de gente que viu a mudança por acaso e postou captura de tela. Isso funciona como alerta, mas não como comunicado oficial. Onde o Google não disse nada, o texto avisa.

Nossa regra de leitura pra esta semana é simples. Se uma mudança já está na documentação oficial do Google, trate como fato. Se só apareceu em captura de tela, trate como "vale conferir na sua conta".

O botão de WhatsApp apareceu no painel do Google. Chegou pro seu negócio?

O Google passou a mostrar um botão de WhatsApp no painel local da busca, no lugar dos botões de ligar, rotas e site ou ao lado deles, segundo o Search Engine Roundtable de 7 de outubro de 2026. Ainda não se sabe se o recurso está liberado no Brasil. O Google não comentou o assunto.

O alerta partiu de Sachin Patel, que viu o botão na busca. Barry Schwartz, do Search Engine Roundtable, conseguiu reproduzir e escreveu que o recurso "pode ser lançado por completo". Em português claro: parece estar em liberação gradual, e você pode não ver o botão mesmo que um concorrente veja.

Um detalhe que a notícia não resolve: ela não diz em quais aparelhos o botão aparece. Então não dá pra afirmar que seja só de celular. Teste no computador e no telefone antes de tirar conclusão.

Como configurar, passo a passo

A instrução vem da página de ajuda do Google sobre chat no perfil. Antes de tudo, o perfil precisa estar reivindicado e verificado. Sem isso, nenhuma das opções abaixo aparece.

  1. Abra o seu Perfil da Empresa no Google (pesquisando o nome da empresa logado na conta certa).
  2. Toque em Editar perfil.
  3. Vá na aba Contato.
  4. Procure a opção Chat.
  5. Escolha WhatsApp.
  6. Cole o link de conversa do WhatsApp (o "click-to-chat", aquele link que abre direto uma conversa com o seu número).
  7. Salve.

O link de conversa tem o formato que o próprio WhatsApp gera pro número da empresa. Teste o link no seu celular antes de colar. Se ele abrir a conversa certa, está pronto.

A pegadinha do SMS

A página de ajuda do Google traz um aviso fácil de perder: se você configurar WhatsApp e SMS ao mesmo tempo, o cliente vê só a opção de SMS. Pra a maioria das pequenas empresas brasileiras, que atende por WhatsApp, isso é o contrário do que se quer.

Então, se a ideia é aparecer o WhatsApp, não cadastre as duas opções. Escolha uma.

O que ainda não sabemos

A mesma página de ajuda diz que o chat está disponível "em regiões selecionadas". O Brasil não aparece na lista que consultamos. Isso significa que, hoje, a opção pode nem aparecer no seu menu de edição.

Duas situações possíveis. Se a opção Chat aparece na aba Contato, configure. Se não aparece, não é erro seu: o recurso provavelmente não foi liberado pra sua região ainda. Volte a olhar daqui a algumas semanas.

Quando estiver ativo, o Google informa que o desempenho do chat aparece nas métricas do perfil. Vale olhar depois de um mês pra ver se alguém realmente clicou.

Enquanto o botão não chega

Seu WhatsApp não precisa do botão do Google pra funcionar como canal de venda. Confira se o número do perfil é o que atende de verdade, se o horário de atendimento no perfil bate com o horário em que alguém responde, e se existe uma mensagem automática de boas-vindas. Cliente que clica e fica horas sem resposta vai embora.

Promoção e preço na ficha do Google: o que a regra nova diz?

A política do Google para a ficha do negócio no Maps e na busca proíbe promoções com prazo, preços e chamadas diretas pra ação dentro da própria ficha, segundo o Search Engine Roundtable de 6 de outubro de 2026. Ofertas e novidades continuam permitidas nos Posts. A prática mais segura: oferta temporária vai pro Post.

Quem percebeu foi Hiroko Imai, que comparou capturas de tela de antes e depois e publicou no LinkedIn. O site Relevant Audience, em 8 de outubro, também cobriu o caso. O texto aparece na página oficial de conteúdo proibido e restrito do Google, que é a fonte que vale.

Pense assim: a ficha é a vitrine permanente. O Post é o cartaz que você troca toda semana. O Google quer o cartaz no cartaz, não colado no vidro da vitrine.

O que muda na prática

Imagine uma pizzaria com a descrição do perfil assim: "Toda terça, rodízio por R$ 49,90. Peça já pelo WhatsApp!". Ali há preço, prazo (toda terça) e chamada pra ação (peça já). Pela leitura da regra, é o tipo de texto que não deveria estar na ficha.

O caminho é tirar isso da descrição e publicar como Post, com foto e data de validade. A descrição fica com o que não muda: o que a pizzaria é, onde fica, o que serve.

O que pode e o que não pode nos Posts

Os Posts aceitam ofertas e novidades. Mas a regra lista o que eles não podem conter: endereços de e-mail, números de telefone, links de redes sociais e links pra sites que não tenham relação com o seu negócio.

Esse ponto pega muita gente. É comum escrever no Post "chame no Instagram @fulano" ou "ligue (11) 9xxxx-xxxx". Pelo texto da política, isso não deveria constar. Use o botão do próprio Post, quando houver, e os botões do perfil.

As dúvidas que continuam abertas

O Relevant Audience apontou o que ninguém sabe. Não há data de início da fiscalização. Não há número de fichas afetadas. E não está claro se um cardápio fixo ou o preço de um serviço permanente contam como "preço proibido".

Também não foi possível verificar quando o texto entrou na página de políticas. Pode ser recente, pode ser um reforço de algo antigo. Por isso, não entre em pânico nem apague o cardápio inteiro.

Nossa leitura cautelosa: o foco parece ser a promoção com prazo, não a informação permanente. Preço fixo de um serviço é dúvida real, e a melhor atitude é esperar esclarecimento do Google, sem tirar nada que seja essencial pro cliente decidir.

Uma revisão de 15 minutos

Abra o seu perfil e leia, com calma, estes campos: descrição do negócio, nome dos serviços, descrição de produtos e perguntas e respostas. Procure três coisas: valor em reais, palavra tipo "promoção", "desconto" ou "só hoje", e frases de comando como "ligue agora" ou "compre já".

Tudo o que for temporário vira Post. Tudo o que for permanente e útil fica, com tom de informação, não de propaganda.

A atualização de spam do Google terminou. Meu site foi afetado?

A atualização de spam de setembro de 2026 terminou em 8 de outubro, depois de 13 dias e 16 horas, segundo o Search Engine Roundtable, o Search Engine Journal e o PPC Land. Começou em 24 de setembro, perto do meio-dia no horário de Nova York, e valeu pra todos os idiomas, no mundo todo.

Em linguagem simples: uma "atualização de spam" é quando o Google ajusta seus filtros pra rebaixar ou tirar da busca páginas que burlam as regras, como textos em massa feitos só pra ranquear. Se o seu site segue as regras, o esperado é que nada mude. Se segue e caiu, pode ser coincidência.

O que o Google disse, e o que ficou sem resposta

O Google avisou que sites afetados devem revisar suas políticas de spam. Disse também que a recuperação pode levar meses e que haverá atualizações periódicas, o que o PPC Land chamou de refreshes.

Ele não informou que fatia das buscas foi afetada. Também não disse qual política foi aplicada. O PPC Land listou as regras em vigor, como abuso de conteúdo em escala, abuso de domínio expirado, abuso de reputação de site e avaliações falsas ou com incentivo não declarado. Mas a lista é de regras que existem, não de regras que foram usadas nesta atualização.

Em 2026 já houve outras. A de março durou cerca de 19,5 horas, a de junho cerca de 2 dias e a de agosto cerca de 2 dias e 16 horas. A de setembro foi bem mais longa que todas.

O que a análise da Diib mostra

A Diib, empresa que vende ferramentas de monitoramento, analisou 32.569 sites. A mediana da parcela de visitas vindas do Google sem anúncio caiu de 34% para 31%. E 10% dos sites perderam metade ou mais dessas visitas, contra 5% antes.

Leia com cuidado. A Diib é uma fornecedora, o recorte é dela e a leitura é preliminar. Serve de pista de que o movimento foi real, não de veredito sobre o que causou o quê.

Repare também no que não está no dado: não há recorte do Brasil nem de negócios locais. Dizer "perdi tráfego por causa do spam update" com base só nisso seria chute.

Como conferir sem se enganar

Antes de culpar o Google, olhe o seu próprio dado. No Google Search Console (a ferramenta gratuita que mostra como seu site aparece na busca), faça assim:

  1. Abra o relatório de Desempenho, em resultados da pesquisa.
  2. Escolha o período de 24 de setembro a 8 de outubro.
  3. Compare com as duas semanas anteriores.
  4. Olhe impressões (quantas vezes seu site apareceu) e cliques.
  5. Se houve queda, veja quais páginas caíram, e não só o total.

Se as impressões ficaram estáveis, a atualização provavelmente não mexeu com você. Se caíram só em uma página, o problema é daquela página. Queda no site inteiro, bem na janela da atualização, merece investigação.

Outra variável que bagunça a comparação: sazonalidade. Dia útil contra feriado, ou época de promoção, muda o tráfego sem Google nenhum.

E se eu caí mesmo?

O Google pediu revisão das políticas de spam. Leia a página oficial e pergunte com honestidade: tem texto produzido em massa só pra aparecer? Há páginas antigas, abandonadas, com conteúdo fraco? Avaliações compradas ou trocadas por brinde sem avisar?

Não corra pra mudar tudo. Como a recuperação pode levar meses, o plano é corrigir o que está errado, melhorar o que é fraco e acompanhar. Mexer no site toda semana, em desespero, só atrapalha a leitura.

Promoções automáticas no Google Ads: o que fazer se você anuncia?

A partir de 12 de outubro de 2026, o Google Ads liga por padrão as promoções automáticas: o sistema lê cupons e ofertas do seu site e os anexa aos anúncios, segundo o Search Engine Roundtable e o PPC Land. Vale só pra campanhas de Pesquisa e Performance Max. Não está confirmado se alcança o Brasil.

Performance Max, em uma frase, é o tipo de campanha em que o Google decide sozinho onde mostrar seu anúncio: busca, YouTube, Maps, Gmail. Se você nunca anunciou no Google, pode pular esta seção.

As condições: a conta precisa ter recursos de local vinculados, e a campanha não pode ter promoções cadastradas. Cada promoção aparece por menos de 24 horas e só é renovada enquanto a oferta continuar no seu site. No painel, esses itens vêm rotulados como "Google AI" em Recursos.

O Google diz que o desempenho "geralmente melhora de forma significativa", mas não mostrou número algum. O risco é o inverso: uma oferta vencida, condicional ou válida só em certa região ainda estar no site e ser puxada pro anúncio. O aviso veio com sete dias de antecedência, por e-mail pra "alguns anunciantes", e isso é parte do motivo pelo qual não dá pra cravar o alcance no Brasil.

Pra desligar: Recursos > Recursos automatizados no nível da conta > Configurações avançadas > Promoções automáticas > Desativado. Se preferir deixar ligado, tire do site qualquer oferta vencida e revise as regras de cada cupom.

Restaurante: o que são os novos selos "sem glúten" e "sem lactose"?

O Google ampliou os atributos alimentares do cardápio no Perfil da Empresa: o log de mudanças da API de 9 de outubro de 2026 confirma que o campo DietaryRestriction agora aceita "sem glúten" e "sem lactose" nos itens de comida. Esta seção só interessa a restaurantes, padarias e afins.

O Search Engine Roundtable, em 13 de outubro, menciona também halal e kosher, junto de vegetariano e vegano, que já existiam. Só que o log oficial confirma apenas os dois primeiros. Trate halal e kosher como não confirmados.

Como marcar, item por item: Editar cardápio > escolher o prato > selos alimentares. Só marque o que for verdade. "Sem glúten" num prato feito na mesma chapa do pão pode ser um problema sério pra um cliente celíaco. Se há contaminação cruzada, a honestidade vale mais que o selo.

O bônus de setembro: as visualizações dos Posts voltaram

Fora da janela destas duas semanas, mas útil de saber: segundo o Search Engine Journal de 10 de setembro de 2026, a contagem de visualizações dos Posts voltou ao painel do Perfil da Empresa. Os números cobrem 18 meses e juntam visualizações da busca e do Maps.

Duas limitações: o número vem somado, sem separar busca de Maps, e não está disponível pela API. Quem usa ferramenta de terceiros pra relatório talvez não veja esse dado lá.

Ligando com o resto: como ofertas com prazo agora devem ir pros Posts, essa contagem vira a sua forma de saber se alguém viu o cartaz. Teste dois Posts diferentes numa mesma semana e compare.

Erros comuns nesta semana

Quando o Google muda algo, o erro típico é reagir demais ou de menos. Estes são os que mais vemos na prática:

  • Apagar o cardápio ou a lista de preços do perfil por medo. A regra mira promoção com prazo. A dúvida sobre preço fixo continua aberta.
  • Cadastrar WhatsApp e SMS juntos. O cliente só vê o SMS.
  • Procurar a opção de Chat, não achar e concluir que errou. Pode ser que o recurso não esteja liberado no Brasil.
  • Colocar telefone, e-mail ou link de rede social dentro de um Post. A política lista esses itens como proibidos.
  • Culpar a atualização de spam por qualquer queda. Sem olhar o Search Console, é chute.
  • Reescrever o site inteiro em pânico. O Google disse que recuperação leva meses.
  • Deixar cupom velho no site com campanha ativa. Se as promoções automáticas chegarem à sua conta, o cupom velho pode ir pro anúncio.
  • Marcar "sem glúten" sem ter certeza. Pior que não marcar.

O que fazer nesta semana: checklist por esforço

Nem tudo precisa ser feito de uma vez. A lista abaixo vai da tarefa mais rápida à mais demorada. Se você só tem uma hora, faça os itens de baixo esforço e agende o resto.

Baixo esforço (até 15 minutos cada)

  • [ ] Abrir o perfil e ver se existe a opção Editar perfil > Contato > Chat.
  • [ ] Se existir, cadastrar o WhatsApp, testar o link e não cadastrar SMS junto.
  • [ ] Conferir se o horário do perfil bate com o horário real de atendimento no WhatsApp.
  • [ ] Se tiver Google Ads, decidir se deixa as promoções automáticas ligadas ou desliga.
  • [ ] Se for restaurante, marcar os selos de glúten e lactose nos pratos em que for verdade.

Esforço médio (de 30 minutos a 1 hora)

  • [ ] Ler a descrição, os serviços e os produtos do perfil procurando preço, prazo e chamadas diretas.
  • [ ] Mover as ofertas com prazo pra Posts, com foto e data de validade.
  • [ ] Revisar os Posts antigos e remover telefone, e-mail e link de rede social.
  • [ ] No Search Console, comparar 24 de setembro a 8 de outubro com as duas semanas anteriores.
  • [ ] Remover do site cupons e ofertas vencidas.

Esforço maior (planejar com calma)

  • [ ] Se houve queda real e concentrada na janela da atualização, revisar o site contra as políticas de spam do Google, página por página.
  • [ ] Definir um responsável por publicar um Post por semana e olhar a contagem de visualizações no fim do mês.
  • [ ] Voltar à opção de Chat daqui a algumas semanas, caso ela ainda não tenha aparecido.
  • [ ] Revisar e responder avaliações do perfil, sem oferecer brinde em troca de nota sem avisar.

Perguntas rápidas

O botão de WhatsApp já funciona no Brasil?

Não dá pra afirmar. O Search Engine Roundtable mostra o botão aparecendo na busca, mas a página de ajuda do Google lista o chat como disponível em regiões selecionadas, e o Brasil não consta. Se a opção Chat aparece na sua aba Contato, configure. Se não aparece, ainda não chegou.

Preciso apagar os preços do meu perfil?

Provavelmente não. A regra descrita mira promoções com prazo, preços e chamadas diretas dentro da ficha. Segundo o Relevant Audience, ainda não está claro se um cardápio fixo ou o preço permanente de um serviço entram nisso. Mova as ofertas temporárias pra Posts e espere esclarecimento sobre o resto.

A atualização de spam derrubou o meu site?

Só os seus dados dizem. Abra o Search Console, compare as impressões de 24 de setembro a 8 de outubro com as duas semanas anteriores e veja quais páginas variaram. A análise da Diib mostra queda mediana de 34% para 31% nas visitas gratuitas do Google, mas é leitura de uma fornecedora, sem recorte brasileiro.

Vou ter que mexer nos anúncios do Google?

Só se você usa campanhas de Pesquisa ou Performance Max com recursos de local vinculados e sem promoções cadastradas. Mesmo assim, o alcance no Brasil não foi confirmado, porque o aviso foi enviado a "alguns anunciantes". Se quiser garantir, desative em Recursos automatizados no nível da conta.

Posso colocar meu Instagram nos Posts do perfil?

Pela política descrita, não. Os Posts não podem conter e-mails, telefones, links de redes sociais nem links pra sites sem relação com o seu negócio. Use os botões e campos do próprio perfil pra isso, e deixe o Post pra oferta ou novidade.

Onde a Diglion entra

A Diglion revisa o Perfil da Empresa no Google de pequenos negócios campo por campo: separa o que é informação permanente do que é oferta com prazo, move as ofertas pros Posts, configura o canal de WhatsApp quando a opção está disponível na conta e monta o relatório de Search Console pra saber se uma queda de tráfego veio mesmo da atualização ou de outro lugar.

Fontes consultadas

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